Qual o plano para sua empresa em 2018: REFORMA, REVOLUÇÃO OU TRANSFORMAÇÃO GENUÍNA?

 

Ms.Rivalina M. M.Fernandes

            Momento de realizar reflexão das ações desenvolvidas, e de repensar novas ações para o novo ano que se inicia. Em relação ao ano que termina, o melhor do sentimento que deve ser cultivado é o de gratidão. Devemos ser gratos pelas oportunidades, dificuldades e até pelos insucessos, pois os percalços deixam algo fundamental: o aprendizado, seguido por ações e tomada de atitude que farão toda diferença no novo percurso.

            Nas experiências empíricas do universo corporativo, a prática de possuir habilidade para decidir rapidamente problemas do cotidiano, procrastinando a busca por transformações genuínas, impede que o aprendizado alavanque.

            Esse fato ocorre na maioria das vezes em decorrência do tempo, falta de planejamento estratégico que as transformações genuínas requerem de seus protagonistas.

            A ausência dessas ações drena a energia das pessoas, impedindo-as de assumir novos desafios. Uma das práticas mais utilizadas nas organizações, na atualidade, é a reforma. Ela possui caráter superficial, muda a aparência, dá respeitabilidade e satisfaz uma cobrança dos clientes do mundo globalizado e de perfil capitalista. Temos como exemplo: mudanças como fachada do negócio, logomarca moderna e com boa visualização, colaboradores internos com uniformes bem elaborados e designer sofisticado e atraente. Funcionam como um lubrificante, conserva o status quo, pois o velho desgastado se renova. O que muda é a ideia, e não a política da organização, pois não procura aprofundar o suficiente para garantir uma mudança de mentalidade coletiva. É sempre mais fácil de ser realizada, pois não exige muito do seu idealizador. É como uma colcha de retalhos, um pedacinho daqui outro pedacinho dali, mais a cama a estrutura básica permanecem a mesma. A reforma torna sua empresa respeitável. Se desejar apenas isso, então a reforma é suficiente.

            Existem dois tipos de reforma. Aquela que se prepara para revolução e aquela que tenta evitar a revolução. Já a revolução pode ser uma ponte para a transformação genuína, ou o contrário se torna um empecilho decorrente de crenças limitantes como: – “Já que a revolução aconteceu, para que ir mais além? Já evoluímos muito. ”

            A reforma lida com a superfície, a revolução vai um pouquinho mais fundo, ela destrói a estrutura obsoleta, porém conserva a mesma mentalidade. Fazendo um paradoxo entre a reforma e a revolução, podemos concluir que a primeira preocupa-se com a frente, com a imagem que seus clientes precisam ter de seu negócio. Já a segunda, foca em ações que atendam às expectativas explicitas dos clientes como: produtos atrativos e bem harmonizados, preços competitivos, prazos de pagamento atrativo e mix variado. Porém, não desenvolve uma filosofia de gestão, mantendo apenas o prestígio do empreendimento. Se possuir condições financeiras poderá ter até as cadeiras mais confortáveis e ergonômicas. Tudo depende de quanto dinheiro você possui para investir.

            Na transformação genuína, o ponto de partida é a mudança de consciência. A oportunidade do nascimento de uma gestão com foco no todo, onde existe uma interrupção das ações improdutivas do uma gestão com foco no todo, onde existe uma interrupção das ações improdutivas do passado e o início de novas ações. O velho improdutivo é abandonado e nada obsoleto será mantido. É uma revolução de verdade e espontânea, chamada de transformação genuína, baseada no relacionamento próximo através de uma escuta ativa empresa/clientes internos/clientes externos. Parafraseando com o maestro Benjamin Zander a empresa seria o maestro, que mesmo não emitindo nenhum som, é dela a responsabilidade de tirar o melhor som de cada músico.
Convidamos sua organização para em 2018 utilizar um novo plano, criando métodos, técnicas e maneiras sustentáveis para ALAVANCAR a performance e talentos das pessoas, para que nessa rota consiga maior sinergia para implantar uma transformação genuína colhendo feedbacks e resultados sustentáveis para sua empresa. passado e o início de novas ações. O velho improdutivo é abandonado e nada obsoleto será mantido. É uma revolução de verdade e espontânea, chamada de transformação genuína, baseada no relacionamento próximo através de uma escuta ativa empresa/clientes internos/clientes externos. Parafraseando com o maestro Benjamin Zander a empresa seria o maestro, que mesmo não emitindo nenhum som, é dela a responsabilidade de tirar o melhor som de cada músico.

 

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